Assembleia rejeita proposta do governo e decide continuar em greve

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Os trabalhadores e trabalhadoras da educação pública de Lauro de Freitas, na manhã desta quinta-feira, 19, na Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia  decidiram, por unanimidade, pela continuação da greve.
Após várias reflexões a respeito do atual cenário da educação de Lauro de Freitas e da greve, os profissionais resolveram rejeitar a proposta do governo, enviada à assembleia, de encerrar o movimento grevista. Além disso, a categoria vaiou a atitude antidemocrática do governo municipal de Lauro de Freitas de reprimir o direito de autotutela (greve), através dos aparelhos repressores, como: visitar escolas para verificar quem está na greve, reunião com os diretores escolares, ameaça de corte de salários e ação judicial.
Apoio social – Um pai de aluno que esteve presente na assembleia e teve oportunidade de se pronunciar, disse que agora entende o discurso falacioso do governo. Afirmou ainda que irá formar um movimento de pais para pressionar a prefeitura. A sociedade civil está consternada com o governo municipal, que nasceu no movimento grevista e agora está reprimindo os atuais movimentos sindicais.
A verdade – Amanhã, 20, haverá Audiência Pública, na Câmara Municipal de Lauro de Freitas, às 10h, onde os trabalhadores em educação se posicionarão, e esclarecerão, a respeito dos problemas da educação pública e do falso discurso do governo sobre os salários dos profissionais da educação. 

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