Categoria aprova data limite para negociação do Piso

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A Asprolf realizou na manhã de hoje (24), uma assembleia geral extraordinária deliberativa. Na pauta, os informes das negociações da Pauta Reivindicatória deste ano da categoria.

Passado o momento dos informes, a plenária denunciou a falta de infraestrutura e o déficit de alunos e profissionais nas escolas da Rede Municipal. Também a questão do calendário letivo no que diz respeito ao recesso junino, onde a Semed está tentando forçar o recesso para um período diferente do aprovado pela categoria no 21º Congresso da Asprolf (2021).  A base não aceitou e aprovou que o recesso junino comece no dia 18 de junho e o retorno às atividades no dia 04 de julho, conforme deliberado no Congresso dos trabalhadores.

Sobre a atualização do Piso do Magistério, aqui em Lauro de Freitas temos uma carreira indexada, e se aplicar no M1 automáticamente todos os demais níveis terão 33,24%. Marcos Fellipe, que também é presidente do Cacs-Fundeb, teve o cuidado de fazer um levantamento detalhado das contas – inclusive prevendo o concurso público – da possibilidade sim de reajuste. E completou dizendo que essa campanha salarial tem se comportado de forma diferente das outras por conta do índice diferenciado. Outro diferencial também é que este ano a prefeitura teve o interesse em abrir as contas. “E nos levantamentos financeiros, todos os cálculos, foi constatado que com esforço, dá para pagar”.

A plenária apresentou e aprovou a proposta de que, nesta sexta-feira (27), quando haverá uma reunião com a prefeita Moema Gramacho, seja dada ao Executivo uma data limite  para a negociação do Piso. E essa data é o dia 10 de junho. Valdir destacou que a prefeitura está negociando, mas não apresentou oficialmente um índice de negociação. “De início ofereceram 14,58% e depois 10,6% e reagimos dizendo que a gente nem leva uma proposta dessa para categoria.”

Após essa reunião da sexta a categoria voltará à assembleia, na quarta-feira (01/06), às 14h, também na Afpeb. Caso a reunião com Moema na sexta-feira não aconteça, na assembleia da quarta, os trabalhadores construirão uma agenda de lutas.

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