Jornada Pedagógica: professores reivindicam inclusão no Plano de Aplicação

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Em mais um ano de luta pela qualidade do ensino público e valorização do profissional de educação, a ASPROLF participou na tarde desta terça-feira (11/02), no Cerimonial Cosme Damião, da Jornada Pedagógica da SEMED.

Na composição da mesa, o diretor de política sindical Rafael Henrique e o presidente Valdir Silva, destacaram a necessidade da manutenção dos recursos para a educação e da luta dos trabalhadores e da educação pela FUNDEB permanente e com mais recursos da União.

Valdir falou da mobilização dos profissionais que na plenária vestiam a camisa “PROFESSOR NO PLANO DE APLICAÇÃO”, fazendo referência ao Plano de Aplicação do precatório do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério de Lauro de Freitas, verba aguardada pelos trabalhadores a partir do compromisso da prefeita com a base – que incluía além do pagamento de passivos dos processos, uma parte aos profissionais do Magistério. Ele presenteou a prefeita Moema e a secretária Vânia Galvão com a camisa e afirmou que tem certeza de que não apenas os professores estarão no Plano de Educação, quanto a garantia de atualização do piso em 12,84%, “porque a prefeita, assim como a secretária da educação, tem sua origem do chão de sindicato.” Ele também destacou os avanços na gestão de Moema e a manutenção dos mesmos.

O presidente da ASPROLF ainda criticou uma situação muito denunciada ao sindicato que é a interferência de alguns vereadores na gestão de escolas. “A gente chama a atenção dos vereadores pra dizer que  nós não podemos deixar nossa função de vereador, pra ficar tomando conta de escola. A gente tem que assumir nosso papel, cada um no seu quadrado. Deixe o trabalhador trabalhar em paz, deixe o professor na sala de aula que ele sabe o que está fazendo.”

Em resposta a prefeita reafirmou seu compromisso com as pautas da educação, e, fazendo questão de responder à mobilização “Professor no Plano de Aplicação”, ela disse que tem interesse em saldar os passivos e ‘dar um plus aos professores e coordenadores pedagógicos. “Isso nós vamos cumprir porque vamos entrar com uma ação na justiça para garantir que uma parte desse recurso do precatório, a prefeitura possa usar livre para fechar essas questões.”

Sobre o índice de 12,84% para os profissionais da educação, Moema disse que mesmo percebendo que o governo federal não cumpra a parte dele no que diz respeito ao FUNDEB. “Mas aqui em Lauro de Freitas a gente vai pagar.”

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