Plenária em Defesa do Serviço Público: categoria aprova ações de lutas para o Reda

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Na Plenária também foi o momento dos debates da Assembleia Geral Extraordinária do XXII Congresso da Asprolf, que ficou pendente por conta da agenda política cumprida naquele momento.

A Plenária em Defesa do Serviço Público, realizada pela Asprolf, hoje, Dia do Servidor Público, iniciou com a Assembleia Geral Extraordinária do XXII Congresso da Asprolf, que ficou pendente por conta da agenda política cumprida naquele momento. 

A Assembleia aprovou a composição da Comissão Paritária que vai participar das mesas de negociações da Pauta Reivindicatória 2023.

Entre as pautas de debate, a defesa e valorização do profissional em regime Reda, que para a entidade sindical, é de fundamental importância para a Rede. Esses profissionais representam cerca de 40% na Rede Municipal e, entre as questões que precarizam a carreira Reda, está a demora na contratação – o que faz com que várias escolas da Rede sofram com déficit de profissionais, desigualdade no calendário de pagamento salarial do Reda com relação ao efetivo. “Essa é uma disparidade gigantesca que precisamos vencer.” 

Em função disso, a categoria deliberou e aprovou uma reunião com o Executivo, reivindicando as pautas do trabalhador Reda, *que as escolas estejam com seu corpo de profissionais completo no início das aulas, e, caso não resolva, informar oficialmente ao Ministério Público o não início do ano letivo de 2023*, por responsabilidade da Prefeitura.

Também foi aprovada para a sexta-feira, dia 4/11, uma paralisação em Defesa do Serviço Público. A assembleia terá um segundo momento à tarde.

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