Trabalhadores/as em educação decidem, pós páscoa, suspender último horário das aulas

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Em assembleia realizada na tarde de ontem (27), os/as trabalhadores/as em educação decidiram suspender a última aula durante o período de uma semana (01 a 05 de abril) com nova assembleia e indicativo de greve, como resposta à proposta indecorosa do governo municipal de devolver as perdas estatutárias em três anos, aumento de R$ 1,00 no auxílio alimentação e reajuste de 8,5% no Piso Salarial Nacional do Magistério.
A categoria defende que as perdas estatutárias sejam devolvidas de imediato, que o piso seja reajustado em 20,16% (à luz da Lei do Piso) e que o aumento do auxílio alimentação passe de R$ 8,00 para R$ 15,00.
As bandeiras da Campanha Salarial – Da Carta-Compromisso assinada pelo prefeito e da Pauta Reivindicatória aprovada no Congresso da ASPROLF, os profissionais da educação definiram como bandeiras prioritárias para serem discutidas, nesse primeiro momento, na mesa de negociação a devolução imediata das perdas estatutárias (19% Já!), reajuste do Piso em 20,16%, reajuste do auxílio de alimentação de R$ 8,00 para R$ 15,00, redução da jornada de trabalho (12 horas), plano único de carreira e novo plano de saúde.
As reuniões de negociação – Na primeira reunião de negociação (19/03), foram aprovados quase todos os itens do Eixo 2 da Pauta Reivindicatória. Na segunda (21/03), foram aprovados das bandeiras prioritárias a redução da jornada de trabalho (12 horas), com a criação de comissão para estudo de como implementar, o plano único de carreira, também com a criação de comissão para prepará-lo. Os demais itens estão no impasse, são eles: a devolução das perdas estatutárias, que o governo propõe devolver em três anos; o reajuste do Piso, que o governo oferece 8,5% e o reajuste do auxílio alimentação, que o governo propõe o aumento de R$ 1,00.
Os representantes da categoria voltarão a se reunir com o governo nos dias 02/04 e 04/04, e haverá nova assembleia com indicativo de greve no dia 05/04, sexta-feira, às 09h, com local a definir.

3 comentários:

  1. Olá! Uma pergunta e espero resposta! Com a redução da jornada de trabalho para 12 horas (isso para quem trabalham num regime de 20 horas e é prof. fund. II), como fica a situação dos professores de educação infantil e séries iniciais? Pois para nós, professores ed. infantil e séries iniciais, ainda não existe possibilidade de redução de carga horária e recebemos míseros 100 reais (20 horas)como compensação que não chega sequer a 10% do vencimento base. Se calcularmos, professor fund. II trabalhando 12 horas tem uma vantagem de mais de 1/3 sobre nós professores que não temos possibilidade de redução. Gostaria que o sindicato analisasse isso, pois deveríamos ter direito a uma gratificação de no mínimo 30% como compensação da nossa carga horária!!!

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  2. Boa noite,
    SERA QUE ESTA REDUÇÃO DA CARGA HORÁRIA AINDA É PARA ESTE ANO?

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  3. Precisamos lutar para que seja no máximo até o fim desse semestre!

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