Trabalhadores em educação retornam às salas de aula

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Por deliberação da maioria absoluta, os trabalhadores em educação, na manhã desta terça-feira, 01, em assembleia, resolveram voltar às salas de aula, após governo municipal apresentar documento de compromisso às reivindicações, com prazo de cumprimento de 15 dias.

A categoria, que recebeu hoje a companheira Cecília de Paula da CSP Conlutas em seu evento, entendeu que como o governo apresentou um documento de compromisso é preciso dar um voto de confiança para que o prazo de 15 dias, conforme o teor do documento,seja cumprido. Por isso, para mostrar a sociedade que existe seriedade e compromisso com a qualidade da educação, e lutam sempre por essa causa, os profissionais voltarão às suas atividades e estarão atentos e fiscalizando o que foi prometido pelo Poder Executivo.

Embora a paralisação tenha chegado ao fim, o movimento e a luta continuam. Os trabalhadores terão nova assembleia no dia 08 de abril para apreciar se foi cumprido pelo governo o que estabelecia o documento, e para dar rumo à luta.
Foi definida também a data das negociações salariais, dia 17/03.

6 comentários:

  1. Suspensa a paralisação, mantida a mobilização…não nos esqueçamos que precisaremos de muito folego para encarar as negociações do reajuste de 2011…vamos em frente rumo a vitória!

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  2. É muito bonito de se ver quando a Assembleia é soberana e o que por ela foi aprovado é acatado. Aliás, isso é estatutário. Só quero entender o porquê de a decisão tomada pela Assembleia que aprovou o nome de Garrido para substituir Edson não ter sido acatada. Podemos falar então em democracia como muito se ouviu na assembleia de hoje 01/03/11? Nós que formamos a base da categoria precisamos ler o Estatuto, para podermos estar embasados e inclusive cobrar da Diretoria Executiva o seu cumprimento.
    Jaguar

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  3. “Nunca antes na história…” Lula usou muito e fez escola. No meu entendimento é demasiadamente ultrajante tentarmos descontruir o que outras pessoas construíram. Se a entidade ASPROLF chegou ao patamar em que está hoje, é porque companheiros e companheiras lutaram para que isso ocorresse. E tem que ser assim, tudo tem que seguir o seu curso e o nunca antes causa feridas que apresentam dificuldades para serem sanadas. Há alguns anos um então diretor, tirava dinheiro do próprio bolso, para pagar contas da entidade até que a Prefeitura fizesse o repasse; a nossa sede é fruto de um empréstimo feito por um diretor da época, para concretizar a sua compra. É importante deixar o desvanecimento de lado e continuarmos irmanados na luta em prol de uma educação pública de qualidade. A ASPROLF é fruto da conjugação dos nossos esforços, assim: NÓS SOMOS A ASPROLF.

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  4. Eu não acredito que os colegas sejam capazes de esquecer o que ERA, e o que agora È a Asprolf…

    O que a Asprolf conseguiu até hoje foi porque TODOS lutaram juntos! Nenhuma Diretoria seria capaz de realizar nada para a categoria se não tivesse a própria categoria apoiando.

    União é e sempre foi a palavra chave nessas ocasiões, mas é sempre bom lembrar que não existe apenas uma palavra no dicionário…existem milhares e muitas têm alguma relação com nossa luta…união, respeito, inteligência, compreensão, perdão, orgulho, estratégia, planejamento, história..e tantas outras que com certeza alguém nesse momento deve lembrar, portanto, acredito que a história da Asprolf é permeada por todas essas e muitas outras…mas aqui, na Net, vamos lembrar apenas das boas palavras, daquelas que nos trazem boas e significativas lembranças e daquelas que podemos nos fortalecer ainda mais!

    ACHEI ISSO AQUI NA NET…CONFIRAM!

    O Perigo das Palavras:

    “Meu” é uma retórica problemática
    Nada que temos, temos
    Tudo é de ninguém
    Nenhum algo vai conosco
    Nenhum algo fica conosco
    Por tempo indeterminado

    “Morrer” é perigosamente desesperador
    Eu não morro. Vivo quando parto
    E quando parto, não posso ser dor
    Se sei que aqui há, mas lá ‘inda não sei’

    “Ser” é desconhecimento permanente
    Não sabemos o que somos
    Talvez nunca venha à tona
    Apenas pensamos, e isso é constatado
    Ou estaria eu enganado?

    “Saber” é abstrato
    Esse, definitivamente não existe
    No sensível mundo do tato
    Tomé, tomara que um dia se prove o que sei, que é:
    O que sabemos não importa de fato

    O passado é o agora que se desfez
    O futuro é o agora que a gente inventou
    O agora não me interessa explicar
    Já que as palavras não vão me dizer muito mais
    Do que me diz o presente momento

    Palavras devem ser usadas com cuidado
    Não transmitem a verdade,
    Mas sim a mensagem do acreditado
    Tome cuidado, ao usá-las cegamente,
    Você pode estar errado, ou estar sendo enganado

    Porque o mundo das línguas,
    Na nossa cabeça, é um caminho de rato
    Um curto circuito neural muito doido
    Um teatro mental, isso é o que é esse mundo,
    Dentro das nossas fanáticas mentes
    Quem julga o que pensamos, dentro de nós mesmos?
    Ninguém.

    http://progresso.blogspot.com/2006/10/o-perigo-das-palavras.html
    RODRIGO SANTIAGO

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  5. Pois é, precisamos atentarmos para o momento que estamos vivendo, precisamos buscar conduzir nossa luta para a vitória, precisamos entender que há injustiças que serão corrigidas no seu tempo, precisamos compreender que a campanha salarial está começando e depende dos nossos esforços conjugados, precisamos seguir em frente e mostrar que nossa luta é vitoriosa, mas antes de tudo é preciso focar na vitória do coletivo…somos uma categoria de luta que deve superar obstáculos que são colocados no nosso caminho, pois é o momento de buscar unir os diferentes em prol de um objetivo maior e mais importante:A CATEGORIA

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  6. Perfeito Garrido! Você está certíssimo! A CATEGORIA é nosso maior objetivo!

    Valorizar nossa profissão e ajudar cada um a sentir-se de verdade PARTE DE ALGO MUITO MAIOR! Todos tem que lembrar que PODEMOS FAZER ACONTECER!…Xiiii, agora me lembrei de Geraldo Vandré…rs

    Vamos lá?? Só para recordar! Só pra não dizer que não falei de poesia….rss

    PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES

    Composição: Geraldo Vandré

    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção
    Somos todos iguais
    Braços dados ou não
    Nas escolas, nas ruas
    Campos, construções
    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção…

    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…(2x)

    Pelos campos há fome
    Em grandes plantações
    Pelas ruas marchando
    Indecisos cordões
    Ainda fazem da flor
    Seu mais forte refrão
    E acreditam nas flores
    Vencendo o canhão…

    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…(2x)

    Há soldados armados
    Amados ou não
    Quase todos perdidos
    De armas na mão
    Nos quartéis lhes ensinam
    Uma antiga lição:
    De morrer pela pátria
    E viver sem razão…

    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…(2x)

    Nas escolas, nas ruas
    Campos, construções
    Somos todos soldados
    Armados ou não
    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção
    Somos todos iguais
    Braços dados ou não…

    Os amores na mente
    As flores no chão
    A certeza na frente
    A história na mão
    Caminhando e cantando
    E seguindo a canção
    Aprendendo e ensinando
    Uma nova lição…

    Vem, vamos embora
    Que esperar não é saber
    Quem sabe faz a hora
    Não espera acontecer…(4x)

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