XX Congresso da Asprolf: Moema reconhece força do sindicato

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Seguindo os debates da mesa de conjuntura política atual, o XX Congresso da Asprolf recebeu no início da noite a prefeita Moema Gramacho, que iniciou reconhecendo a força da Asprolf, que mesmo no auge da pandemia do novo Coronavírus, não se furtou de fazer a luta garantindo a manutenção dos direitos dos trabalhadores em educação e conquistando pontos de reinvindicação da pauta como a atualização do Piso do Magistério e o pagamento de processos retroativos (que seguem em andamento).

A prefeita declarou que os profissionais da educação podem se orgulhar pelo sindicato que tem, porque a Asprolf está sempre envolvida em questões fundamentais para a classe trabalhadora, como as lutas permanentes de pautas nacionais.

Voltando-se para as pautas da educação municipal, a prefeita falou da importância do diálogo da Asprolf com o governo o que vem resultando em avanços positivos para educação, tanto nas melhorias nas unidades de ensino, quanto em qualificação e valorização dos trabalhadores da educação. Ela reconheceu as dificuldades que os docentes tem enfrentado com a educação remota na questão técnica, e renovou seu compromisso de melhorias nas unidades escolares da Rede Municipal, e valorização profissional. “Esse não é o normal que nós queremos sabemos que podemos melhorar, mas sabemos também que ele pode prevalecer por mais tempo. Vamos enfrentar esse momento e passar por essa pandemia mais fortes do que nunca”.

A chefe do Executivo fez questão de destacar que o XX Congresso da Asprolf acontece num momento difícil para a população mundial, que por conta da pandemia tem sofrido graves perdas, mas acredita que tudo isso trouxe como lição a solidariedade e a cooperação para o enfrentamento às muitas crises sobretudo a de saúde pública. Por isso a suspensão das aulas para garantir a integridade física e a saúde da comunidade escolar como um todo. A Rede Municipal de Ensino segue desde a segunda quinzena de março com as aulas suspensas. “Vamos implantar o sistema de saúde nas escolas. Uma política de implantação de saúde nas escolas como defesa da saúde pública”.

A Asprolf reafirmou que as conquistas das reivindicações dos trabalhadores neste ano atípico e que está sendo difícil para muitas outras entidades sindicais em outros municípios baianos.  “A Asprolf luta continuamente pelos direitos dos trabalhadores, temos diálogo com o governo, mas não deixaremos de ir pro embate se necessário for e a prefeita sabe disso”.

Dentro da realidade política de ataques graves aos trabalhadores de todo o País e cortes fatais na educação e pesquisa, a os sindicalistas enfatizaram a responsabilidade de cada cidadão com o voto. “A aprovação da PEC da Maldade que congelou por 20 anos os investimentos na saúde, segurança, educação, entre outras pastas, já começa a dar seus frutos ruins dos desmandos dos governos de direita.  Precisamos debater e refletir como classe trabalhadora sobre que tipo de governo queremos. Se queremos perdas, ou ganhos”.

Este é o momento de olhar para gestões de outros municípios, como Salvador, Camaçari e Mata de São João que não valoriza a classe trabalhadora. Não vamos aceitar isso aqui em Lauro de Freitas. Aqui nós dialogamos e se necessário, vamos para o enfrentamento. Lauro de Freitas é o berço da resistência. “Se a gente quer continuar avançando com a liberação e pagamento de processos, com a conversa pós eleições do precatório do Fundef, continuar com os diálogos de mesa de negociação, a gente quer o concurso público porque aqui não é qualquer município, não é qualquer gestão, aqui não é qualquer sindicato, aqui se tem respeito.

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